sexta-feira, 19 de setembro de 2014

HUNZA ----> o povo que não envelhece

HUNZA ----> o povo que não envelhece
O vale do rio Hunza, na fronteira com a Índia e o Paquistão, é chamado de "oásis de juventude", e não é em vão: os habitantes da região vivem até 110-120 anos, quase nunca ficam doentes e possuem uma aparência muito jovem.
Mulheres de 40 anos com aparência de adolescentes, outras dão à luz aos 65 e maioria das pessoas vive mais de 110 anos.

O povo de Hunza destaca-se em muitos aspectos entre as nações vizinhas tanto que fisicamente lembram os europeus e falam sua própria língua-o burushaski- que é diferente de qualquer outra no mundo, e professam um Islã especial, o ismaelita, informa o site Marketium.
No entanto, o mais surpreendente desta pequena nação situado entre as serras da região é a sua notável capacidade de manter sua juventude e saúde: os hunza banham-se em água gelada, mesmo a 15 graus abaixo de zero, jogam jogos desportivos, inclusive após os 100 anos, mulheres 40 anos parecem adolescentes e de 65 dão à luz. No verão, comem frutas e vegetais crus; no inverno, damascos secos, brotos de feijão e queijo de ovelha.

O médico escocês Robert McCarrison, que foi o primeiro a descrever o 'Vale Feliz', enfatizou que os Hunza consomem quase nenhuma proteína. Um dia, em média, comem 1.933 calorias, incluindo 50 gramas de proteína, 36 gramas de gordura e 365 gramas de carboidratos.
 Situado nas montanhas do Himalaia, no extremo norte da Índia, onde se juntam as terras de Caxemira, Índia e Paquistão, o local chamou muita atenção quando, em 1916, alguns ingleses que faziam a atualização do mapeamento da região descobriram este pequenino reino incomum, que logo foi apelidado de “Jardim do Éden” no Planeta Azul.

São apenas 30 mil habitantes em um vale paradisíaco com 2500 mil metros de altitude, nas montanhas do Kush Hindu, que falam um idioma próprio (Burushaski) sem relação com nenhum outro existente.
Os habitantes ganharam fama por serem um povo feliz, simpático, sempre alegre e ativo, em que diversas pessoas vivem tranquilamente com mais de 110 anos de idade — alguns chegam até mais de 120 —, e com um detalhe fundamental: sem sofrer doenças graves nem problemas sérios de saúde — praticamente um milagre nos dias atuais.

Tem explicação?

De acordo com o médico escocês, Dr. Mac Carrisson, que descobriu essa galera por curiosidade e acabou convivendo com eles por sete anos, o segredo da saúde em Hunza está na alimentação de seu povo, sempre a base de cereais integrais, frutas (principalmente o Damasco, considerado sagrado na região), verduras, castanhas, queijo de ovelha e o inusitado pão de Hunza, sempre respeitando uma restrição calórica de 30%.


Porém, com uma diferença: tudo 100% orgânico, sem vitaminas sintéticas (produzidas em laboratórios), assim como os agrotóxicos e adubos químicos, que são extremamente comuns em boa parte do globo e acabam matando o organismo humano ao longo de uma média de 75 anos, o que explica o crescente número de casos de câncer e AVC no planeta.
Além disso, os Hunza só tomam duas refeições por dia, sendo que a primeira acontece só ao meio-dia. Ou seja, eles passam boas horas em jejum, mas nunca parados, agindo como sedentários, e sim com diversas atividades físicas. A carne não é totalmente cortada na dieta, mas é comida apenas em ocasiões especiais, e sempre em pequenas quantidades.
(... interessante informar a você que qualquer tipo de exercício feito em jejum proporciona os maiores efeitos de indução enzimática das enzimas antioxidantes, SODCu-Zn citoplasmática e a SODMn mitocondrial.)

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

ESTUDANTE CRIAM SISTEMA QUE CONTROLA O TRÂNSITO

Estudantes do MIT criam sistema que controla o trânsito para evitar congestionamentos

Por

Trânsito congestionado é um problema que aflige várias cidades pelo mundo, inclusive algumas que são apenas razoavelmente povoadas. É por isso que pesquisas para combater o problema não faltam. Uma das mais recentes é o RoadRunner, projeto de dois alunos do MIT.
Jason Gao e Li-Shiuan Peh propõem um sistema de controle de acesso a determinadas zonas e vias a partir do rastreamento em tempo real dos veículos próximos.
A proposta funciona, basicamente, assim: cada automóvel recebe um token obrigatório que permite a centros de controle rastrearem o seu posicionamento e a sua locomoção. A partir daí, as autoridades podem saber exatamente quantos veículos há em determinada via ou região.
Caso o número de carros comece a ficar próximo do limite suportado, o RoadRunner envia alertas aos motoristas para que estes utilizem as vias alternativas indicadas. Se estas também estiverem cheias, o sistema tenta otimizar a distribuição.
As orientações podem chegar aos motoristas de várias formas, incluindo painéis indicativos nas próprias vias ou dispositivos instalados nos carros.

O rastreamento em si é feito a partir da tecnologia 802.11p, que pode ser entendida com um tipo de rede sem fio específico para monitoramento de veículos. A cobertura se limitaria às áreas de acesso controlado e não à região inteira.
Caso queira, o motorista pode seguir para a região prestes a ficar congestionada, mas se o fizer, posteriormente terá que pagar uma tarifa. Não se trata exatamente de uma multa, mas de uma espécie de “pedágio” que só é cobrado quando há excesso de veículos.
Com base em parâmetros pré-determinados, o RoadRunner consegue controlar os acessos automaticamente, mas engenheiros de tráfego podem interferir para desviar o trânsito em caso de acidentes ou grandes eventos esportivos em determinada região, por exemplo.
Obviamente, um sistema como este exige muitos testes e adaptações. O RoadRunner deve ser programado, por exemplo, para não punir condutores que residem em áreas frequentemente congestionadas e, conforme a legislação de cada país, garantir que o rastreamento não seja usado para monitorar o ir e vir dos cidadãos.
Com os devidos ajustes e tratamentos éticos, a ideia apresenta potencial. Em simulações feitas com base em dados do trânsito de Cingapura, o RoadRunner proporcionou ganho de 8% na velocidade média dos carros nos horários de pico. A proposta agradou tanto que, recentemente, foi premiada como um dos melhores projetos do Intelligent Transportation Systems World Congress.
Com informações: Wired

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

OS BABUÍNOS COM MAIS AMIGOS VIVEM MAIS
Pois é, até entre os babuínos a amizade é parte fundamental da vida.
É o que diz um estudo de pesquisadores americanos. Eles observaram durante 27 anos mais de 200 babuínos que vivem no sul do Quênia. E perceberam que os babuínos têm um cuidado peculiar com os verdadeiros amigos: retiram sujeira e pele morta do corpo do camarada. “Esse gesto é o equivalente à fofoca para nós, ou a ter uma boa conversa enquanto tomamos um café”, diz Susan Alberts, uma das autoras da pesquisa. É o maior sinal de amizade.

Foi por meio dessa troca de carinhos que os cientistas conseguiram identificar os babuínos mais sociáveis e aqueles que viviam mais cercados de amigos. E notaram benefícios na amizade entre eles. As babuínas que conviviam com amigas do mesmo sexo tinham 34% menos riscos de morrer do que as colegas solitárias. Mas quando as amizades envolviam animais do sexo oposto, a taxa de sobrevivência subia para 45%.
Os cientistas não sabem dizer ao certo qual o papel dos camaradas na longevidade dos babuínos. Mas têm algumas suspeitas: menos estresse, melhora do sistema imunológico, parceria na hora de ir atrás de comida e água e proteção. “O tamanho maior dos machos pode fazer com que eles consigam proteger melhor seus amigos do que as fêmeas”, explica Alberts.

A  amizade também deixa a vida dos babuínos melhor. Eles costumam viver até três anos a mais quando têm amigos sempre por perto.
OS ANIMAIS DE "ESTIMAÇÃO" MAIS CAROS DO MUNDO
Aqui lhe apresento a lista dos seis animais de estimação mais caros do mundo.
Em sexto lugar temos o cão de crista chinês. Uma cria deste cão custa aproximadamente cinco mil reais. Eles descendem de uma raça de cão proveniente de África. Contudo, acabou sendo “concebida” na China, onde foram utilizados para eliminar ou reduzir as pragas de ratos que apareciam por lá. Por causa da sua pelagem praticamente inexistente, não podem ficar expostos ao sol por um longo período de tempo. 
                                                       Cão de Crista Chinês
  Em quinto lugar está o jabari dog, que custa R$ 9.950,00. Na realidade este cão é assim tão caro porque ele foi especialmente criado para donos que tem alergia a cães. Ou seja, pode ser considerado um animal "hipoalergênico".
                                                                     JABARI DOG
 
Em quarto lugar está a píton cor de lavanda, que chega a custar R$ 20 mil reais. Essa é a cobra mais rara e cara de todas. Foi vista pela primeira vez em 2003 e chamou à atenção por causa das suas marcas serem da cor de lavanda, e não brancas como deveria ser. 
                                                      PITON COR LAVANDA 

A terceira posição é do Ashera, uma raça de gato híbrido resultante de uma mistura de leopardo asiático, serval africano e gato doméstico. Um animal deste custa cerca de R$ 22 mil reais. Quanto mais se aproxima da coloração real de um leopardo, mais caro o gato é, podendo chegar a até R$ 250 mil reais.
                                                       ASHERA

Em segundo lugar está o aruanã platina. Para ter um peixe desses, você tem que desembolsar apenas R$ 89 mil reais. O motivo para ser tão cobiçado, é porque ele é virtualmente branco, ou seja, não tem nenhuma outra cor no seu corpo que não seja branca. Os japoneses o consideram um amuleto da sorte.
                                          ARUANÃ PLATINA
O primeiro lugar é ocupado pela cabra-loura, que, na verdade, é um inseto. Um bicho destes custa R$ 89 mil reais. Ele só chega a esse preço exorbitante em alguns casos, pois ele é usado em “lutas” de insetos.                                                Cabra-loura (Besouro)
FONTE:  R7

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O PRIMEIRO INTELECTUAL NEGRO da Europa
 chegou à Russia como escravo. Conheça a história do africano Abram Petrovich Gannibal, que chegou à Russia como escravo e virou governador, foi o primeiro intelectual negro da Europa!

 Nascido em 1696 na Etiópia, aos 7 anos o menino foi capturado e despachado para o sultão de Constantinopla, e logo revendido à corte de São Petersburgo - era moda entre os monarcas colecionar crianças exóticas. Inteligente, o menino conquistou o czar Pedro, o Grande, que arranjou sua alforria e se tornou seu padrinho - daí o sobrenome imperial, Petrovich.

Quando fez 20 anos, o cavalheiro negro foi enviado a Paris para concluir seus estudos e, nas horas vagas, espionar um pouco. Russo, negro e nobre, o paradoxo ambulante logo se enturmou com a galerinha alternativa da época: Diderot, Montesquieu e Voltaire eram seus amigos e o chamavam de "estrela negra do iluminismo". Seu biógrafo, Hugh Barnes, crava: Abram foi o primeiro intelectual negro da Europa.

Formado em belas-artes e na arte da guerra, fez "estágio" em um conflito entre França e Espanha, de onde saiu capitão. A fama de estrategista lhe inspirou um novo sobrenome, Gannibal - em russo, Aníbal, um general africano que assombrara a Europa 2 mil anos antes.

A volta para a Rússia, em 1722, foi cheia de glórias - breves. Morto o padrinho, Abram recebeu uma missão supimpa: deixar nos trinques várias fortalezas na Sibéria, que, como ensina o anúncio de TV a cabo, é bem ruim. Foram 4 congelantes anos até que seus dons como engenheiro militar chamassem atenção e o tirassem do exílio.


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 Grandes momentos

• A história de Gannibal tem mais conexões literárias: o oficial russo que o levou da Turquia para São Peterburgo foi Pyotr Andreyevich Tolstói, bisavô do autor de Guerra e Paz.

• Promovido à nobreza, ele espalhou que era um príncipe africano. Verdade ou não, acreditava na história e criou um brasão de família com a imagem de um elefante.

• Alguns autores defendem que Gannibal se envolveu na conspiração que matou Pedro 3º e colocou Catarina, a Grande em seu lugar. Nessa versão, ele esperava uma grande recompensa e teria sido traído na última hora.
FONTE: Superinteressante --MEMÓRIA
 

sábado, 6 de setembro de 2014

MORTOS SÃO DESENTERRADOS E VOLTAM PARA CASA


Mortos são desenterrados e voltam para casa em ritual na Indonésia:

As famílias das aldeias de Toraja, em Sulawesi do Sul, na Indonésia, têm um ritual em sua cultura que pode parecer estranho para outros povos. No mês de agosto, eles desenterram os mortos, limpam e vestem com roupas novas. Os familiares, então, carregam os corpos para a casa em que viviam. Na cerimônia, chamada por eles de MaiNene, ou em tradução literal "A Cerimônia de Limpeza de Corpos", todos os mortos são exumados, sejam idosos ou crianças. Assim que os corpos são retirados, os caixões ou túmulos são restaurados para que possam ser reutilizados. 

Segundo o site Mega Curioso, a crença do povo de Toraja diz que os espíritos dos mortos precisam retornar à vila de origem. Isso significa que se uma pessoa morrer durante uma viagem, os familiares devem pegar arrumar o corpo e acompanhá-lo desde o local da morte até a casa em que vivia. A tradição já não é mais tão popular, mas ainda é seguida anualmente por algumas famílias 




Reprodução/Mega Curioso

AS PEDRAS QUE ANDAM -no Vale da Morte, no deserto de Mojave, na Califórnia.DESVENDADO O MISTÉRIO !
Estas pedras se movem!Fenômeno era investigado desde os anos 1940 e não havia sido testemunhado até agora---Algumas destas pedras chegam a pesar 300kg.
 Pesquisadores americanos conseguiram resolver um mistério científico que já durava décadas: as "pedras que andam" no Vale da Morte, no deserto de Mojave, na Califórnia.

Elas ficam em um lago seco, plano e rodeado por montanhas. Em algumas épocas do ano, este lago se enche com água da chuva, que evapora rapidamente.
Estas pedras se movem, deixando um rastro na terra por dezenas de metros. Mas, desde que elas começaram a ser estudadas por cientistas, nos anos 1940, ninguém as havia visto se mover.
 sso fez com que surgissem várias teorias para o fenômeno, algumas delas bastante exóticas, atribuindo seu movimento a campos de energia poderosos, ao magnetismo da Terra e até mesmo a extraterrestres.
Até que finalmente, em dezembro passado, o pesquisador Richard Norris, da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, e seu primo James Norris puderam presenciar e captar em imagens o fenômeno.

Capa de gelo
Eles explicam em um estudo publicado nesta semana na revista PLOS ONE que tudo começa quando a chuva produz uma capa de água sobre o terreno seco, criando um lago superficial.
Durante a noite, essa água se congela, formando uma capa de gelo de cerca de três a seis milímetros na qual ficam presas as bases das rochas.
Quando o sol sai, o gelo começa a quebrar, criando placas de vários metros de largura que se deslocam com o vento.
Assim, as pedras se movem sobre o barro, impulsionadas pelas placas de gelo, a uma velocidade de dois a cinco metros por minuto, formando os famosos sulcos na terra.
As trajetórias dependem da velocidade e da direção do vento e da água que se encontra abaixo do gelo.
Segundo Richard, o fenômeno não é frequente porque quase não chove no Vale da Morte, e as temperaturas médias são elevadas.

Chuva, frio e vento
Para que possa ocorrer, é preciso que tenha chovido e que a temperatura baixe a cerca de 0ºC antes que a água evapore.
Por fim, o vento precisa ter força suficiente para mover as placas e, junto com elas, as rochas.
Na época em que Richard e James presenciaram o fenômeno, no fim de 2013, havia chovido bastante na região e até mesmo nevado.
Há alguns meses, Ralph Lorenz, pesquisador do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Maryland, e um dos autores do estudo publicado nesta semana, explicou por que havia sido difícil captar o movimento das rochas.
"Elas estão em uma área remota, de difícil acesso e protegida, onde não se pode acampar e há muitas restrições do que as equipes podem levar para lá", disse.
Além disso, "a maioria dos deslocamentos ocorre quando está frio, chovendo e ventando, o que dificulta captá-los."

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Borboletas e Mariposas da Amazonia

 BORBOLETAS DA MAIOR FLORESTA TROPICAL DO MUNDO #AMAZÔNIA!
       (HOJE DIA 5 DE SETEMBRO É O DIA DA AMAZÔNIA)
 Inicialmente há quatro fases da vida de uma borboleta (ovo, lagarta, pupa ou crisálida e inseto alado)

Existem borboletas que parecem mariposas e mariposas que parecem borboletas. Para diferenciar os insetos você pode olhar para as antenas. Borboletas possuem uma estrutura globular na ponta enquanto mariposas não apresentam essa característica.
A maioria das borboletas é diurna e possui uma coloração vibrante que serve para identificação de um possível parceiro. Mariposas estão mais ligadas à noite e por isso possuem cores menos vistosas. Para achar uma companheira os machos não podem contar com a visão. Eles usam substâncias químicas, captadas pelas antenas, para se orientarem no escuro. Muitos machos de mariposas apresentam antenas que se assemelham a uma pena. Essa forma aumenta a superfície de contato e, consequentemente, a chance de encontrar e fecundar uma fêmea.
 1-Alguns machos de mariposa, como esse (foto acima) do gênero Rothschildia, possuem antenas que se assemelham a penas – Foto: Fábio Paschoal.


2-As borboleta do gênero Callicore apresentam um padrão gráfico na parte de baixo das asas que lembram números ou letras do alfabeto. Infelizmente, devido à sua beleza, esses insetos são mortos para serem utilizadas na confecção de bijuterias – Foto: Fábio Paschoal

 



3-Mariposa na região do rio Cristalino, Amazônia – Foto: Fábio Paschoal
4-Machos de borboletas da subfamília Coliadinae procuram por sais minerais na beira dos rios da Floresta Amazônica – Foto: Fábio Paschoal
5-Algumas mariposas podem ser parecidas com borboletas. Essa, do gênero Urania, é diurna e possui cores vibrantes – Foto: Fábio Paschoal


 6-Algumas borboletas, como essa do gênero Haetera, perderam as escamas das asas. Ser transparente significa estar camuflada em qualquer tipo de ambiente – Foto: Fábio Paschoal
7-A camuflagem pode ser uma estratégia para se esconder de predadores. Essa mariposa se parece com o acúleo de uma rosa – Foto: Fábio Paschoal
8-A borboleta do gênero Napeocles fica extremamente bem camuflada no chão de folhas secas da Floresta Amazônica – Foto: Fábio Paschoal
9-Em repouso as borboletas do gênero Morpho ficam com as asas fechadas. O padrão discreto as deixam camufladas quando estão pousadas em meio às folhas secas do chão da floresta (esquerda). Quando elas abrem as asas (direita), expõem escamas iridescentes que confundem os predadores – Fotos: Fábio Paschoal
10-Algumas mariposas revelam asas coloridas quando se sentem ameaçadas. A intenção é assustar um possível predador – Foto: Fábio Paschoal
11-Machos precisam de sais minerais para produção de esperma. Essa borboleta do gênero Rhetus está procurando por eles em um saleiro na Amazônia – Foto: Fábio Paschoal
12-As estaladeiras (Hamadryas sp.) produzem estalos quando voam. O som é feito somente pelos machos, mas pode ser captado por ambos os sexos. Os cientistas acreditam que o barulho serve para demarcar o território ou para iniciar o ritual do acasalamento – Foto: Fábio Paschoal
13-As borboletas do gênero Pyrrhopyge podem seguir grupos de pássaros para se alimentarem das fezes das aves – Foto: Fábio Paschoal
14-As asas-de-tigre (Heliconius sp.) se alimentam de plantas tóxicas durante a fase de lagarta. Quando se transformam em borboletas, anunciam que não são comestíveis com cores vibrantes. Algumas borboletas não são tóxicas, mas imitam esse padrão para evitar predadores – Foto: Fábio Paschoal
15- Com 30 centímetros de envergadura, a mariposa-imperial (Thysania sp.) é a maior mariposa do mundo – Foto: Fábio Paschoal

 16-
Borboleta do gênero Siproeta na região do rio Cristalino, Amazônia – Foto: Fábio Paschoal


Borboleta do gênero Siproeta na região do rio Cristalino, Amazônia - Foto: Fábio Paschoal

 17-Círculos nas asas das borboletas-coruja (Caligo sp.) se parecem com os olhos de uma coruja e assustam potenciais predadores – Foto: Fábio Paschoal