quarta-feira, 1 de outubro de 2014

 SAIBA COMO DORMEM OS GOLFINHOS

"Os golfinhos dormem com apenas metade de um cérebro e um olho, a outra metade permanece cérebro ativo."

Criatura Bizarra !!

Criatura bizarra é encontrada grudada em peixe fisgado em lago nos EUA




Mortos vitimas do Ebola (cremados)

Mortos na Libéria estão sendo cremados, vítimas ou não do ebola









FORMIGA Imagem Microscópica

                                                  Imagens Microscópicas FORMIGA


O molho de soja ampliado 16 vezes, vistos à luz refletida e transmitida. As imagens microscópicas

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

HUNZA ----> o povo que não envelhece

HUNZA ----> o povo que não envelhece
O vale do rio Hunza, na fronteira com a Índia e o Paquistão, é chamado de "oásis de juventude", e não é em vão: os habitantes da região vivem até 110-120 anos, quase nunca ficam doentes e possuem uma aparência muito jovem.
Mulheres de 40 anos com aparência de adolescentes, outras dão à luz aos 65 e maioria das pessoas vive mais de 110 anos.

O povo de Hunza destaca-se em muitos aspectos entre as nações vizinhas tanto que fisicamente lembram os europeus e falam sua própria língua-o burushaski- que é diferente de qualquer outra no mundo, e professam um Islã especial, o ismaelita, informa o site Marketium.
No entanto, o mais surpreendente desta pequena nação situado entre as serras da região é a sua notável capacidade de manter sua juventude e saúde: os hunza banham-se em água gelada, mesmo a 15 graus abaixo de zero, jogam jogos desportivos, inclusive após os 100 anos, mulheres 40 anos parecem adolescentes e de 65 dão à luz. No verão, comem frutas e vegetais crus; no inverno, damascos secos, brotos de feijão e queijo de ovelha.

O médico escocês Robert McCarrison, que foi o primeiro a descrever o 'Vale Feliz', enfatizou que os Hunza consomem quase nenhuma proteína. Um dia, em média, comem 1.933 calorias, incluindo 50 gramas de proteína, 36 gramas de gordura e 365 gramas de carboidratos.
 Situado nas montanhas do Himalaia, no extremo norte da Índia, onde se juntam as terras de Caxemira, Índia e Paquistão, o local chamou muita atenção quando, em 1916, alguns ingleses que faziam a atualização do mapeamento da região descobriram este pequenino reino incomum, que logo foi apelidado de “Jardim do Éden” no Planeta Azul.

São apenas 30 mil habitantes em um vale paradisíaco com 2500 mil metros de altitude, nas montanhas do Kush Hindu, que falam um idioma próprio (Burushaski) sem relação com nenhum outro existente.
Os habitantes ganharam fama por serem um povo feliz, simpático, sempre alegre e ativo, em que diversas pessoas vivem tranquilamente com mais de 110 anos de idade — alguns chegam até mais de 120 —, e com um detalhe fundamental: sem sofrer doenças graves nem problemas sérios de saúde — praticamente um milagre nos dias atuais.

Tem explicação?

De acordo com o médico escocês, Dr. Mac Carrisson, que descobriu essa galera por curiosidade e acabou convivendo com eles por sete anos, o segredo da saúde em Hunza está na alimentação de seu povo, sempre a base de cereais integrais, frutas (principalmente o Damasco, considerado sagrado na região), verduras, castanhas, queijo de ovelha e o inusitado pão de Hunza, sempre respeitando uma restrição calórica de 30%.


Porém, com uma diferença: tudo 100% orgânico, sem vitaminas sintéticas (produzidas em laboratórios), assim como os agrotóxicos e adubos químicos, que são extremamente comuns em boa parte do globo e acabam matando o organismo humano ao longo de uma média de 75 anos, o que explica o crescente número de casos de câncer e AVC no planeta.
Além disso, os Hunza só tomam duas refeições por dia, sendo que a primeira acontece só ao meio-dia. Ou seja, eles passam boas horas em jejum, mas nunca parados, agindo como sedentários, e sim com diversas atividades físicas. A carne não é totalmente cortada na dieta, mas é comida apenas em ocasiões especiais, e sempre em pequenas quantidades.
(... interessante informar a você que qualquer tipo de exercício feito em jejum proporciona os maiores efeitos de indução enzimática das enzimas antioxidantes, SODCu-Zn citoplasmática e a SODMn mitocondrial.)

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

ESTUDANTE CRIAM SISTEMA QUE CONTROLA O TRÂNSITO

Estudantes do MIT criam sistema que controla o trânsito para evitar congestionamentos

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Trânsito congestionado é um problema que aflige várias cidades pelo mundo, inclusive algumas que são apenas razoavelmente povoadas. É por isso que pesquisas para combater o problema não faltam. Uma das mais recentes é o RoadRunner, projeto de dois alunos do MIT.
Jason Gao e Li-Shiuan Peh propõem um sistema de controle de acesso a determinadas zonas e vias a partir do rastreamento em tempo real dos veículos próximos.
A proposta funciona, basicamente, assim: cada automóvel recebe um token obrigatório que permite a centros de controle rastrearem o seu posicionamento e a sua locomoção. A partir daí, as autoridades podem saber exatamente quantos veículos há em determinada via ou região.
Caso o número de carros comece a ficar próximo do limite suportado, o RoadRunner envia alertas aos motoristas para que estes utilizem as vias alternativas indicadas. Se estas também estiverem cheias, o sistema tenta otimizar a distribuição.
As orientações podem chegar aos motoristas de várias formas, incluindo painéis indicativos nas próprias vias ou dispositivos instalados nos carros.

O rastreamento em si é feito a partir da tecnologia 802.11p, que pode ser entendida com um tipo de rede sem fio específico para monitoramento de veículos. A cobertura se limitaria às áreas de acesso controlado e não à região inteira.
Caso queira, o motorista pode seguir para a região prestes a ficar congestionada, mas se o fizer, posteriormente terá que pagar uma tarifa. Não se trata exatamente de uma multa, mas de uma espécie de “pedágio” que só é cobrado quando há excesso de veículos.
Com base em parâmetros pré-determinados, o RoadRunner consegue controlar os acessos automaticamente, mas engenheiros de tráfego podem interferir para desviar o trânsito em caso de acidentes ou grandes eventos esportivos em determinada região, por exemplo.
Obviamente, um sistema como este exige muitos testes e adaptações. O RoadRunner deve ser programado, por exemplo, para não punir condutores que residem em áreas frequentemente congestionadas e, conforme a legislação de cada país, garantir que o rastreamento não seja usado para monitorar o ir e vir dos cidadãos.
Com os devidos ajustes e tratamentos éticos, a ideia apresenta potencial. Em simulações feitas com base em dados do trânsito de Cingapura, o RoadRunner proporcionou ganho de 8% na velocidade média dos carros nos horários de pico. A proposta agradou tanto que, recentemente, foi premiada como um dos melhores projetos do Intelligent Transportation Systems World Congress.
Com informações: Wired